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sábado, 27 de agosto de 2016

Multidão participa de caminhada e comício de Conrado e Paulo, em Monteiro

Uma multidão participou de mais uma caminhada e comício realizados pela Coligação “Juntos Somos Mais Fortes”, que tem como candidato a prefeito, Juraci Conrado (PSB), e o candidato a vice-prefeito, Paulo Sérgio (PP), na Vila Popular, em Monteiro.

A concentração aconteceu em frente à distribuidora de Adilson Bebidas, e seguiu passando pelas ruas da Vila Popular, encerrando com um comício nas proximidades da Praça da Vila.

Ao lado da militância e dos candidatos a vereador da coligação, Conrado e Paulo Sérgio cumprimentaram e conversaram porta a porta com os moradores da Vila Popular.

Para Conrado, os monteirenses desejam mudança e um governo humano, que respeite a população e resolva os principais problemas do município.

“Os Monteirenses desejam mudança e um governo humano, capaz de respeitar a população e resolver os principais problemas do município. Os moradores da Vila ficaram vários meses sem médico no USF do bairro, o que comprova que nem os problemas básicos são resolvidos pela atual gestão”, afirmou Conrado.

Já o candidato a vice-prefeito, Paulo Sérgio, falou sobre a necessidade de uma gestão que tenha compromisso com o município, e que possa dialogar com os monteirenses.

“Monteiro necessita de uma gestão que tenha compromisso com o município, e que possa dialogar com a população, como eu e Conrado temos feito diariamente, e que ouvimos do povo, é apenas queixas de um governo que trata nossos conterrâneos com arrogância e desrespeito”, ressaltou Paulo Sérgio.

Após a caminhada e comício na Vila Popular, a militância desceu em passeata até a Praça central da cidade, local esse também solicitado pela Coligação Juntos Somos Mais Fortes a Polícia Militar e Justiça Federal.

Assessoria de Comunicação

Com suspeitas de maus tratos, criança especial de 9 anos morre em Sumé

Uma criança especial de 9 anos J.G.R.O faleceu neste sábado (27) na cidade de Sumé na rua Vicente Preto no  bairro do Alto Alegre. A mãe da criança ligou para o Hospital Alice de Almeida por volta das 7 e 20 da manhã informando da morte e solicitando o laudo médico. A “genitora” foi informada que era preciso que ela procurasse a Polícia Militar ou Civil para que fosse feito os procedimentos para o corpo ir para o IML.

Antes mesmo de a Polícia chegar o local o Conselho Tutelar através dos conselheiros  Josimar (Potó) e Dery chegaram á residência e constataram que a criança tinha falecido e prontamente acionaram a Polícia Civil para que todos os encaminhamento fosse feitos para o corpo ir para o IML.

O Conselho Tutelar entregou a Polícia Civil uma advertência que teria sido feita a mãe da criança no mês de julho depois de uma denúncia anônima que a criança vinha sofrendo maus tratos. O Conselho foi até a casa e constatou a situação e advertiu a mãe para que se tal fato continuasse o caso não só seria levada a Polícia como também a Promotoria de Justiça.

Um dos conselheiros ouviu vários vizinhos da criança que foram unânimes em afirmar que a criança não era bem tratada como devia, já que os cuidados deveriam ser redobrados por ser uma criança especial.

O corpo foi encaminhado para o IML ,onde o laudo constatou “asfixia por aspiração de conteúdo gástrico e desnutrição proteica calórica”. Desnutrição proteico-calórica é uma forma de desnutrição na qual se verifica o consumo insuficiente de calorias ou proteínas, literalmente traduzindo “fome”.

O delegado que está de plantão  Dr. Gerônimo vai iniciar o procedimento ouvindo a mãe ,o Conselho Tutelar e testemunhas e depois o inquérito ficará a cargo do Delegado Dr. Yure Givago.

O corpo da criança já está em Sumé e deverá ser sepultado nas primeiras horas deste domingo.

Com informações: Jacquelline Oliveira

Coligação Juntos Somos Fortes emite comunicado em Monteiro

A Coligação ‘JUNTOS SOMOS MAIS FORTES”, no estrito cumprimento da legislação eleitoral vem a público informa que lamenta o episódio de ontem, dia 26/08/2016, que confronto entre militantes de agremiações partidárias, e que repudia veementemente qualquer tipo de agressão, principalmente as mulheres, tem a informar que: Foi comunicado com a antecedência legal a manifestação política de ontem (dia 26/08/2016), conforme ofício protocolado junto ao Batalhão de Policia Militar e na Justiça Eleitoral de Monteiro na seguinte forma:

Horário: A Partir das 17:00 horas até as 24:00 horas
Local – Comício Relâmpago na Vila Popular com carreata e passeata com o seguinte percurso: INSS; Justiça Federal até a rua de Campina (R. Cel. Francisco Cândido).

Comunicação da Coligação adversária para realização do evento: Comício das 18:00 às 24:00 horas no Alto de São Vicente (imediações da cozinha comunitária).

Portanto ao verificar o horário e onde se deu o confronto, qualquer pessoa poderá por simples constatação identificar quem infringiu a lei e os direitos de outrem.

Por fim a Coligação “JUNTOS SOMOS MAIS FORTES” reitera seu compromisso de obediência irrestrita a legislação eleitoral, sem abdicar dos seus direitos.

Assessoria

Cássio estima 60 votos a favor do impeachment de Dilma Rousseff

Às vésperas da votação final do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), estima que os defensores do afastamento definitivo da presidente da República já contam com 60 votos para destituí-la do comando do Palácio do Planalto. Aliado da petista, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirma que os dilmistas contabilizam 31 votos para barrar o impeachment.

Para Dilma ser afastada difinitivamente da Presidência, é necessário que, ao menos, 54 senadores (equivalente à maioria absoluta do Senado) votem favoravelmente ao impeachment. Se esse número de votos não for alcançado na votação final do julgamento, a petista retorna imediatamente ao comando do governo.

Ainda não há uma data precisa de quando ocorrerá a votação, no entanto, a expectativa é de que o julgamento se encerre entre terça (30) e quarta-feira (31).

As articulações políticas nas trincheiras governistas e oposicionistas devem se manter intensas nos bastidores até o último minuto do julgamento, embora, os conselheiros de Temer já repitam que o impeachment “está consumado”.

Um dos termômetros que os integrantes do Palácio do Planalto usam para tentar demonstrar que o afastamento é irreversível é o placar da votação da etapa anterior do processo de impeachment, que transformou Dilma em ré. Na ocasião, 59 senadores votaram a favor de ela ser levada a julgamento no plenário e 21 se posicionaram contra.

Na votação final, pelos cálculos do líder do PSDB no Senado, os votos pró-impeachment poderão até chegar a 62 ou 63 votos. Os articuladores políticos de Temer têm trabalhado nas últimas semanas para aumentar ainda mais a margem de votos favoráveis ao afastamento definitivo na última votação.

Conforme o G1 apurou, entre os alvos do Planalto para aumentar o placar pró-impeachment, estão os senadores Roberto Muniz (PP-BA), Otto Alencar (PSD-BA) e Elmano Férrer (PTB-PI). Na votação anterior, eles se posicionaram contra Dilma ser levada a julgamento final. O objetivo dos aliados do presidente em exercício é fazer com que esses parlamentares votem a favor do afastamento na etapa definitiva do processo de impeachment.

“O número mais provável são 60 votos favoráveis ao relatório pelo afastamento definitivo, contra 20. Caso o senador Renan Calheiros vote, ampliaremos esse placar para 61, mas alguns prognósticos apontam para a possibilidade de chegarmos a 62 e até 63 votos. E, para cada voto que acrescentar de um lado, debita do outro”, analisou Cunha Lima.

Integrante do PMDB de Temer, mas aliado de Dilma, Roberto Requião ressalta que, nas contas da oposição, os votos contrários ao impeachment chegam a 31.

“Vamos derrubar o impeachment, teremos 31 votos”, enfatizou.

O peemedebista acredita em mudanças de lado de última hora. “Tenho visto que alguns senadores podem trocar de opinião”, observou.

Voto de Renan
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem repetido que ainda não se decidiu se irá votar ou não. Na primeira etapa do processo, quando os senadores decidiram instalar o processo para investigar se a petista havia cometido crime de responsabilidade, ele não votou por ser presidente da Casa.

Na fase seguinte, que passou a ser comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, Renan poderia ter participado da votação que tornou Dilma ré, mas decidiu não votar por opção pessoal. Agora, nesta terceira etapa, o presidente do Senado também está apto a votar.

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